História

Uma história de muita dedicação e grandes realizações, marcada por grandes nomes do passado e do presente, figuras estimadas que foram e são primordiais para a consolidação da ABRACAF como uma instituição respeitada no mercado automobilístico.

José Maurício Andreta Jr. (1993-1994)

Titular da Comercial Andreta (Jundiaí/SP) José Maurício Andreta Júnior assume a presidência com a proposta de aumentar as atividades e profissionalizar a Associação, guiando-a rumo à globalização e postando-a frente às reviravoltas do mercado naquele conturbado período. Para isso, cria um cronograma de treinamento para a Rede e realiza pesados investimentos em informática. O plano é integrar toda Rede Fiat, aumentando a parceria entre os membros. "Tive a oportunidade de ser presidente e digo que o sucesso da ABRACAF, e de toda Rede no Brasil, deveu-se muito aos conflitos que ensinaram e ajudaram a resolver os problemas com a fábrica" diz ele. "Conflito não leva a nada, o que importa é o respeito recíproco, a união de esforços e a divisão tanto dos lucros quanto dos prejuízos. A gente foi plantando sementes. Eu nunca perguntei o que a Associação pode fazer por mim, mas sempre o que eu posso fazer pela associação". Andreta conta que sente orgulho em ter participado da história da Associação, lugar em que fez grandes amizades. "Hoje todos os ex-presidentes são convidados para as reuniões da ABRACAF, criamos uma amizade que eu desconheço que exista igual em outra associação de marca. A ABRACAF é minha segunda casa, me dá prazer reunir lá". Na gestão de José Maurício Andreta Júnior foi inaugurada a reforma e ampliação da sede da ABRACAF, em ato de enorme representatividade, contando inclusive com a presença do então governador eleito de São Paulo, Mário Covas.

Humberto Carneiro (1995-1998)

Titular da Monza Veículo (Uberlândia/MG) Humberto Carneiro torna-se presidente com a missão de incrementar os resultados financeiros e de aprimorar profissionalmente a Rede. Funda, então, a Abracom, braço comercial da ABRACAF, e realiza Assembleia Nacional da Rede Fiat e a 1ª Convenção Nacional dos Concessionários Fiat. Como resultado econômico dessa ampla mobilização organizativa e política, houve um aumento da remuneração de mão de obra em garantia, o que trouxe novo ânimo à Rede. Porém, sua gestão enfrentou muitas dificuldades. "Havia muitos tumultos que nos fizeram mudar os rumos da ABRACAF. As contas eram rigorosas e havia uma dependência forte com a montadora, o que gerava muitos conflitos. Quase chegamos a uma disputa judicial", diz, mas ressalta que, no final das contas, tanto a Associação, quanto a Rede e montadora souberam trabalhar em equipe. "A Rede, enfim, entendeu: Ou ganhamos ou perdemos juntos. A Associação percebeu a importância de uma Rede unida, fizemos um trabalho de amadurecimento, o qual permitiu nos consolidar no mercado e ser o referencial que somos hoje. Porém, foi à duras penas, como costumo dizer: 'não se faz omelete sem quebrar os ovos' – não existe vitória fácil", afirma. A gestão de Carneiro soube lidar líderes fortes, com grandes tensões, negociando com num ambiente duro e pouco favorável, mas sem fugir de princípios e posturas empresarias da ABRACAF, muito menos sendo subserviente.

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