Recusa ao teste do bafômetro registra maior índice, segundo Detran.SP

    [Fonte: IG]

    Desde o Carnaval de 2013, quando a Operação Direção Segura Integrada foi criada, aconteceram 424.412 fiscalizações e 8.304 infrações

    Implantada em 2008, a ‘Lei Seca’, completa 14 anos em meio ao maior índice de recusa ao etilômetro (bafômetro) registrado pelo Detran.SP em sua série histórica, medida desde 2016.

    No primeiro semestre deste ano, 2.193 condutores foram autuados em São Paulo pela recusa ao teste durante a fiscalização , dado que só perde para o mesmo período de 2018 quando foram recusados 2.035 testes.

    Vale lembrar que a lei proíbe a condução de veículos por pessoa com concentração de seis miligramas de álcool por litro de sangue e hoje, caso o bafômetro acuse embriaguez, o policial civil faz o boletim de ocorrência no local, e um processo ao infrator é instaurado na hora.

    O condutor ainda pode responder por três tipos de autuação : recusa ao etilômetro, infração de trânsito e crime de trânsito. Quem se recusa a soprar o bafômetro é multado em R$ 2.934,70 e responde a processo de suspensão da carteira de habilitação.

    No caso de reincidência no período de 12 meses, a pena é aplicada em dobro, ou seja, R$ 5.869,40, além da cassação da CNH. Caso o motorista faça o teste, e o etilômetro aponte até 0,33 % miligramas de álcool por litro de ar expelido, ele responde a processo administrativo.